Jantar Solidário a favor da Fundação Maria Droste

A Sales Ecosystems Association junta-se a grandes causas sociais que fazem parte da sua génese e permitem dar sentido ao seu propósito. Com a Fundação Eugénio Leite, organizamos um evento de apoio social que contribuirá para que a vida futura de alguns jovens, seja, indubitavelmente melhor. Assim, em conjunto apoiamos a Fundação Maria Droste no sentido de promover a autonomização jovens e prepará-los para a vida adulta.
“Nada é impossível ao amor.”

Evento que versou sobre o desafio colocado ao Sr. Professor Eduardo Catroga de nos partilhar a sua visão de “Como impulsionar o desenvolvimento económico social de Portugal?” Com a moderação de Fátima Lopes e Rui Murta.

A partilha do Professor Eduardo Catroga alertou-nos para a fragilidades do nosso sistema empresarial, mas também das oportunidades que dispomos e que não podemos deixar escapar.
É preciso criar riqueza e são as empresas que criam essa riqueza, porque são elas a célula base na atividade económica. Como é que se cria riqueza? A riqueza cria-se pela boa utilização e aplicação de recursos materiais e humanos, transpondo-os no que se chama de produtividade. A produtividade é o aumento do valor dos produtos bens e serviços em função dos recursos e do capital. Uma vez que a produtividade é a via para o crescimento económico, para o progresso e para prosperidade. Esta contribuição para o crescimento fomenta o aumento do rendimento per capita com base no aumento do valor de produção por unidade de trabalho, onde interferem as seguintes variáveis.

* Stock de capital físico. Relacionado com o investimento em unidades de produção e infraestruturas. Necessitamos de investir mais de forma seletiva com base na qualidade do investimento.

* Stock de capital humano. Trata-se do stock das competências acumuladas de toda a população que produz, está relacionado com a escolaridade formação técnica profissional e com os conhecimentos científicos e especializados.

* Produtividade. Que já explicamos anteriormente.

É necessário fazer de forma continuada a renovação e revitalização do nosso tecido empresarial e produtivo e dar prioridade ao investimento empresarial. Desenvolver a capacidade de atrair investimentos nacionais e estrangeiros. Fortalecendo a capacidade de inovação, a capacidade de introduzir novos produtos, processos e serviços.

Portugal apresenta uma variedade de oportunidades de desenvolvimento em várias fileiras: seja na agricultura, nas atividades ligadas ao mar e às florestas, nos serviços de saúde, nas áreas da tecnologia de informação. Mas, é necessário dar dimensão e aumentar a capacidade de internacionalização a essas empresas e a esses projetos empresariais. Precisamos de multiplicar o número de casos de sucesso.

Resumidamente o sucesso de  Portugal estará assente no crescimento e desenvolvimento social, que assenta em três pilares:

I) O pilar social e humano;
II)  O pilar econômico financeiro;
III) O pilar político institucional.

Estes pilares exigem o desenvolvimento de ações estruturais, que também são responsabilidade dos governos. Embora não apresentem resultados imediatos, são de elevada importância pela sua capacidade generativa de riqueza a médio e longo prazo, mudando a capacidade competitiva e de desenvolvimento do país, em termos sociais e económicos.

A nova geração de empreendedores e empresários associada a um novo sistema técnico e científico que temos terá as capacidades e habilidade para fazer evoluir Portugal. Mas também terá que existir vontade política para fazer acontecer. Não há uma boa economia sem uma boa política e vice-versa.

Com esta visão partilhada ficamos com a noção de onde devemos e como devemos proporcionar crescimento. Na certa medida de tornar Portugal uma plataforma de desenvolvimento, de crescimento e prosperidade para as gerações atuais e vindouras.

Veja os melhores momentos deste evento:

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